Você já notou como na segunda-feira, as emergências ortopèdicas ficam cheias? Um médico amigo meu explicou: são os atletas de fim de semana! Que definição mais coerente. São na verdade pessoas que adiquerem lesões praicando esportes no dia de folga. O futebol é o esporte que mais provoca lesões, principalmente nos ligamentos de joelhos e tornozelos. Tem "peladeiro" que precisa enfrentar até cirurgia por conta de rutura de ligamento. O pior não é só a lesão.Muitas vezes é preciso passar até tres meses fazendo fisioterapia e o slário cai por que a pessoa passa a receber auxilio doença.
São muitas coisas que podem ser evitadas com alguns cuidados. Sempre faça aquecimento antes de praticar qualquer atividade fisica. Se não costuma "jogar", não vá com tanta sede ao pote.E por falar em sede, cuidado com a pressão arterial.Não deixe de tomar bastante agua se estiver na praia por exemplo. Evite comidas salgadas por conta da retenção de liquidos.Um pico hipetensivo pode até matar... Pessoas com sobrepeso, barriguinha acentuada e cardiopatias devem evitar exercicios de maior impacto.
A dica mais valiosa é procurar um médico, fazer uma avaliação e encarar nem que seja a bicileta ergometrica em casa.
QUEM É O MESTRE FRAZÃO
- BLOG DO MESTRE FRAZÃO
- Olinda, PE, Brazil
- Profissional da area de segurança privada.Especialista em Defesa Pessoal. Mestre em Taekwondo (faixa preta). Instrutor de Artes Marciais, especializado em Krav Magá.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010

MEDITAÇÃO E ARTES MARCIAIS
Denominam-se «artes marciais» (de Marte, nome romano do deus grego Ares, o deus da guerra, dos agricultores e dos pastores, filho de Zeus e Hera, e amante de Afrodite), os diferentes métodos de defesa pessoal e técnicas militares que têm servido aos diferentes povos para a defesa do território e dos bens pessoais e públicos dos seus cidadãos (Natali, 1987). No entanto, nos dias de hoje, são somente chamadas «artes marciais», «artes de combate» ou «artes de combate e meditação» (Lima, 1990), as artes de defesa pessoal de origem oriental (e.g., Karate-Do, Judo, Kung Fu), talvez por possuírem uma codificação mais sistemática, por estarem organizadas de forma hierárquica, e possuírem uma metodologia mais uniforme (Natali, 1987).À primeira vista, a prática de artes marciais não parece ser uma forma de meditação. Kata, a prática de formas codificadas, mais parece uma dança, e os exercícios com um parceiro aparentam uma competição ou um encontro violento. O que parece torná-las uma actividade meditativa é a forma como a mente é usada na sua prática. Pensamentos alheios podem aparecer, mas são ignorados em favor de uma concentração contínua nas acções desenvolvidas. Nos exercícios com um parceiro, os lapsos mentais ou o afastamento da mente das necessidades de ataque e defesa, são desencorajados não só pela tentativa de seguir as instruções, mas pelo conhecimento, periodicamente reforçado, de que o ataque do oponente pode causar dor ou mesmo danos físicos (Kauz, 1992). A via ensinada pelos mestres de artes marciais, não pretende conseguir automatismos materiais - apanágio do cerebelo -, mas sim opções ultra-rápidas das quais é melhor que a "cabeça" não participe. A partir daí a antecipação espontânea assegura a vitória porque o praticante chegado a tal grau, fundiu-se completamente com o adversário, com as suas armas, com o mundo (Israel, 1998).
Ao longo dos séculos, monges, padres, lamas e santos adotaram a meditação como caminho para encontrar Deus. Hoje, cada dia mais gente descobre nessa prática a chave para enfrentar o cotidiano com mais equilíbrio e vitalidade. Aqui, você conhece a origem das técnicas e descobre como começar agora mesmo!
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Se a água barrenta ficar quieta por muito tempo, o barro se depositará no fundo e a água se tornará clara. Na meditação, quando o barro de seus pensamentos inquietos começa a depositar-se, o poder de Deus começa a refletir-se nas águas claras de sua consciência." Essas palavras do mestre indiano Paramahansa Yogananda (1893-1952) contam a sensação de quem pára alguns minutos para meditar. Antes restrita aos religiosos, essa prática tem sido adotada por pessoas de todas as idades e estilos de vida, que buscam ter mais vigor e clareza e, além disso, encontram um caminho para a sensibilidade e a espiritualidade. A meditação pode ser feita em qualquer hora e lugar. Basicamente, ela faz com que a mente e o corpo fiquem em sintonia, conectados ao tempo presente. Essa integração aumenta a serenidade e reduz os níveis de estresse e desgastes emocionais desnecessários. "Meditar é cultivar estados da mente que levam à paz e ao bem-estar", diz a monja Kelsang Pälsang, diretora dos mosteiros budistas da tradição kadampa no Brasil. E não é preciso se ligar a uma religião para desfrutar de todos os benefícios da meditação.
Texto: revsita Bons Fluidos
DICAS DE COMO MEDITAR:
Meditação hinduísta
1. Sente-se em uma cadeira, com a coluna alinhada e pés bem apoiados no solo. Se preferir sentar no chão, fique com as pernas cruzadas, em posição de lótus.
2. Deixe a respiração bem tranqüila, os olhos abertos e pense: "Eu focalizo a atenção no que está acontecendo em meu mundo interior".
3. Perceba que muitos pensamentos passam pela mente e que você tem o poder de escolher os melhores e dispensar os ruins. Pense: "Eu escolho o pensamento de paz".
4. Visualize um ponto de luz no centro da testa, entre as sobrancelhas. Pense: "Sinto que sou um ser de luz e paz".
5. Preste atenção em como sua mente está calma e saboreie esse momento. Pense: "Deus também é um ponto de luz. Sinto a paz e o amor Dele chegando a mim. Absorvo essa paz e irradio-a para o mundo".
6. Fique alguns momentos apreciando a experiência e volte lentamente sua atenção para o que está a sua volta.
Meditação zen-budista
1. Em um local agradável, alinhe a coluna, firme os pés no chão e afaste ligeiramente as pernas, sem travar os joelhos.
2. Respire esvaziando bem o pulmão, soltando todo o ar pela boca várias vezes.
3. Depois, lentamente, caminhe com passos miúdos. Inspire e dê mais um passo (do tamanho da metade de seu pé). Expire e avance da mesma forma.
4. Sinta o chão sob os pés, a brisa no rosto, as áreas de luz e de sombra a seu redor.
5. Perceba que às vezes você pensa ou não pensa. Se se distrair, volte a prestar atenção.
6. Sinta que sua mente está em paz e, lentamente, volte a caminhar normalmente.
Meditação budista tibetana
1. Comece pensando: "Assim como eu quero ser feliz e evitar o sofrimento, os outros seres também querem a felicidade".
2. Lembre-se dos seres vivos a seu redor - família, amigos, animais. Todos querem ser felizes.
3. Surgirá uma forte sensação de que todos são iguais, querem a mesma coisa e são irmãos.
4. Quando essa sensação surgir, procure concentrar-se nela sem distrações. Quanto mais familiarizar a mente com essa idéia, mais calma e tranqüila ela se tornará.
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